Violação

Associação Nacional Vigilantes

Aconselha

Parte 1

Não aceite boleia de desconhecidos, ou de pessoas que mal conhece

Ao entrar num táxi fixe discretamente a matrícula e verifique se a foto da carteira profissional do motorista corresponde ao mesmo.

Se o motorista não tiver a licença afixada no tablier não deverá apanhar esse taxi.

Em festas ou entre amigos, não beba em demasia e não ingira substâncias que desconhece.

No caso de conhecimentos apenas através da Internet, nunca marque encontros em locais que sejam pouco frequentados.

Em caso de violação:

Mantenha a calma e tente fixar o maior número de indicadores que lhe permitam descrever o agressor tais como cor e corte do cabelo, cor dos olhos, cicatrizes, sotaque, odores ou outras características, quer do agressor, quer do veículo, se existir, como, marca, cor, matrícula, etc…

Grite o mais que puder pois o barulho tende a desencorajar o atacante.

Não faça uma higiene profunda, a nível ginecológico, sem ser vista/o por um médico ou perito.

Preserve todas as peças de roupa que vestia na altura da violação, sem as lavar.

Preserve qualquer objecto que lhe pareça ser pertença do agressor, mesmo uma ponta de cigarro.

Dirija-se à esquadra da PSP, posto da GNR ou piquete da PJ, mais próximos e o mais rapidamente possível. As peças de roupa e os objectos, referidos anteriormente, são para entregar na altura da apresentação da queixa.

A.N.V. – Produções

Carlos Portelada.

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Published in: on 20 de Novembro de 2010 at 20:28  Deixe um Comentário  

Greve Geral – 24/Novembro/2010

Num País mergulhado em pobreza, descontentamento e descalabro, anuncia se uma greve geral.

Sempre fui um pouco avesso a greves, por nela prever prejuízos, para terceiros.

As manifestações não devem ser abusivas, expressando com respeito ao próximo, toda a nossa indignação.

No panorama actual, revejo que jamais poderemos ficar calados e inactivos, perante as medidas anunciadas e algumas já em vigor.

Num País em crise, continuamos a constatar, gastos excessivos, em mordomias e investimentos, que podendo ser necessários, não são de primazia para o momento actual.

Relembrando, que o baixo nível económico, já existente em Portugal, antes da crise mundial, não nos deixa condições mínimas, para suportar as medidas, que outros países menos sobrecarregados vão conseguindo, ultrapassar.

Por as ultimas noticias, prevê se que as Forças de Segurança Publica, vão estar atentas, numa greve de zelo.

Como Segurança Privado, devo manter me no posto e zelar, como sempre, pela segurança do mesmo; pensando, fora das minhas horas de serviço, formas de manifestar o meu desagrado, pelo panorama actual.

Não é cobardia, simplesmente responsabilidade, o País tem que se manifestar, mas democraticamente e ordeiramente.

Em Segurança, dificilmente pode ter se, serviços mínimos.

Voltando a afirmar, a necessidade de demonstrar o nosso desagrado e tomar as medidas possíveis, para que possamos sobreviver condignamente, mas com uma postura digna e civilizada.

 

Sempre Português

VitalBicho

Published in: on 12 de Novembro de 2010 at 18:15  Deixe um Comentário  

VitalBicho e Portugal

Published in: on 11 de Novembro de 2010 at 18:12  Deixe um Comentário  

Noticias – Associação Nacional Vigilantes

Ameaças de Morte e agressões a vigilantes após horário laboral.

Centenas de vigilantes espalhados pelo país, já sofreram – e alguns ainda sofrem – represálias provenientes de pessoas/grupos! Espaços comerciais, hipermercados, fábricas, Centros de Saúde, Hospitais, entre muitos outros locais.

Recorde-se as agressões violentas em Junho de 2000, quando um grupo de indivíduos espancou brutalmente, dois vigilantes de Segurança Privada no Carrefour de Telheiras. Que hipóteses tiveram estes homens naquela altura de se defenderem??

Actualmente e até à data, ultrapassaram a centena de casos de agressões e ameaças a vigilantes só este ano, depois do horário de trabalho. Casos há em que vigilantes, todos os dias, alteram o seu percurso para casa, por problemas de represálias nos seus locais de trabalho.
Em outras situações, já existiram casos de os vigilantes terem sido “trocados” de posto, para não sofrerem represálias. Ainda em situação mais extrema, casos existiram que os vigilantes recusaram-se a trabalhar naquele posto, por sofrerem ameaças.

Muitos destes vigilantes, demonstraram-nos a sua angústia, pedindo anonimato, mas todos são unânimes que não sabem o que devem fazer. Tocando-lhes no assunto em matéria de policia, maioria, dizem não ter o efeito desejado pois, assim que a autoridade finalize a protecção necessitada, temem que as ameaças retornem. Preferem assim, silenciar um medo constante.

Se tem uma história deste tipo de casos, ou se sabe de alguém que já tenha passado por estas situações, envie-nos um email para opiniao.anv@netcabo.pt ou portugal.anv@netcabo.pt

Esteja atento a www.anv.pt

Published in: on 4 de Novembro de 2010 at 21:55  Deixe um Comentário